Acredite se quiser!
Pixabay
Publicada nos jornais de hoje, a
pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos, revelou que o brasileiro é o campeão
mundial da credulidade virtual. Ou seja, nós aqui no Brasil, gostamos de
engolir grande parte das asneiras, que vamos chamar aqui de “fake news” , que
circulam pela Internet como verdades plenas.
Os números levantados em 27 países
liderança com 62% seguidos de perto pela Arábia Saudita e Coreia do Sul. Mas em
contra posição, 68% dos brasileiros afirmam saber diferenciar o que é ou o que
não é verdadeiro. Os pesquisados declararam que “são histórias em que os fatos estão
errados” somos o segundo país que mais possui esse entendimento, junto com a Itália.
Logo em seguida vem a Suécia.
A verdade é que em meio ao número
quase que incalculável de imagens, vídeos e fotos, textos atribuídos a esse ou
aquele jornalista e tantas montagens, memes e sei lá mais o que recebemos todos
os dias, acaba ficando difícil saber o que é ou o que não é.
E nesse período eleitoral, a coisa
pega fogo. Temos hoje, um país dividido, não sei se ideologicamente ou mais na
direção do contra e a favor – não importa quem -. Esse cenário um tanto quanto
nervoso é terra fértil para que a disputa de boatos, fofocas e fakes, cresçam e
aflorem com vigor. Uma plantação viçosa com raízes fortes e sabor amargo.
Existem os que leem e analisam
antes de repassar e existem os repassadores, com dedos ágeis, que não se
preocupam em disseminar uma possível mentira.
Creio que muitos de nós ainda não
pararam para pensar efetivamente nas consequências da proliferação de fakes
news e congêneres.
Vamos ficar mais atentos.
“De tanto se repetir uma mentira, ela acaba se transformando em verdade. “.
Joseph Goebbels – Ministro de Propaganda da Alemanha – Período Nazista.
Joseph Goebbels – Ministro de Propaganda da Alemanha – Período Nazista.
Global Advisor: Fake News, Filter
Bubbles, Post-Truth and Trust” da Ipsos, realizada com 19,2 mil entrevistados,
entre os dias 22 de junho e 6 de julho.

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