O futuro 3D
Desde sua criação, as impressoras
3D têm revolucionado vários segmentos de atividades. Ela tem se mostrado como
uma ferramenta fascinante, com um horizonte quase ilimitado de possibilidades.
De simples objetos domésticos passando por próteses para uso na medicina e
chegando ao espaço sideral. A NASA espera fazer das impressoras 3D um dos
pilares das futuras viagens espaciais, uma vez que ela poderia produzir
qualquer peça de reposição em caso de danos, ferramentas ou ainda objetos que
sejam necessários as viagens espaciais.
Mas as possibilidades não param
aí. Hoje, foi publicado* que se pretende substituir peças históricas perdidas
no incêndio do museu nacional, por cópias fabricadas em impressoras 3D.
A ideia veio de Cristina
Menegazzi chefe da missão de emergência da UNESCO, criada para recompor o
acervo do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Em um primeiro momento, parece
estranho. Ter peças “fakes” sendo exibidas para o público. Mas essa prática é
mais que usual em várias partes e museus no mundo todo. Motivo: preservar a
integridade das originais. A diferença, que no nosso caso, as originais foram destruídas.
Eu pude ver, na Academia de Ciencias da California, em São Franciso, vários fósseis,
entre os quais da famosa Lucy, que eram meras reproduções. A estatua de Davi,
feita por Michelangello exibida na rua, em Florença é uma reprodução. A
original está guardada, pois estava sofrendo desgaste pela poluição do ar elem claro,
das chuvas, sol e vento. E é assim, muitas outras obras artísticas e
históricas.
Não vejo problema nisso. O
problema é o que aconteceu com as originais e o desleixo das autoridades para
com nossa cultura.
Mais uma grande utilidade para
esse grande avanço tecnológico. A impressora 3D. Ainda vou ter uma para mim.
*https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2018/09/18/unesco-propoe-reconstrucao-em-3d-de-pecas-queimadas-no-museu-nacional.ghtml

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