The winner is...
Frase muito conhecida para quem
acompanha a entrega anual do prêmio da Academia de Artes Cinematográficas, o
Oscar. E ontem no jogo entre Palmeiras x
Cerro Portenho (Taça Libertadores da América), o Jogador do time paulista,
Deyverson, simulou ter tomado uma bolada no rosto de um jogador do time
paraguaio. A bola nem raspou nele. Como ator, jamais ganharia a famosa
estatueta.
Muitos jogadores, geralmente de origem
humilde, quando ascendem aos times profissionais, com altos salários, compram
carros caros, arrumam os cabelos, dentes, fazem tatuagens e coisas desse nível.
Acompanham a moda, mas não tem o cuidado de acompanhar os meios de comunicação,
que fazem deles famosos.
E Deyverson não é um caso
isolado. Muitos, simulam, caem, desabam de forma exagerada, escandalosa
causando furor entre os torcedores, pró e contra.
Os clubes deviam ter um
especialista em comunicação que pudesse explicar aos jogadores que os jogos
hoje, são transmitidos no mínimo com oito, isso mesmo, oito câmeras, cobrindo
todo o jogo e seus detalhes. Até os anos 70, 80 e 90 também, os jogos eram
feitos com duas câmeras apenas. Só os jogos de final tinham a disposição mais
equipamentos, mas longe do que se faz hoje em dia.
Ou seja, o avanço tecnológico o
uso de muitas câmeras e agora o VAR – video
assistant referee (assistente de vídeo do arbitro), que fiscaliza os detalhes com
uma equipe de arbitragem acompanhando o jogo em imagens, ainda em algumas
competições, os lances mais polêmicos e importantes de um jogo de futebol, expõem
essas situações de simulação.
Conclusão. Se os jogadores fossem
bem orientados, não passariam por atores canastrões, classe b ou c e ficariam
mais preocupados em jogar bola.
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